domingo, 17 de maio de 2009

HIV-AIDS Uma mentira bilionária e assassina

O artigo a seguir não representa em nenhuma hipótese os ideais do Biomedcenter ou seus escritores, sendo inerente ao leitor a análise e correta interpretação do mesmo.

Nos dias 22 e 23 de junho de 1989, foi realizado, no Minascentro, em Belo Horizonte, o 4º Seminário Internacional sobre AIDS. Especialistas dos EUA, da França e do Brasil apresentaram seus conceitos para três mil pessoas, entre profissionais ligados à área e curiosos. O Prof. Peter Duesberg foi a grande atração do seminário, por defender a tese de que o HIV não é o responsável pela AIDS.

Segundo o professor Duesberg, a AIDS é provocada por um desgaste excessivo do organismo, proporcionado por comportamento que degrada a saúde e causa a deficiência de imunidade. Com exceção dos hemofílicos, que adquirem a imunodeficiência por hereditariedade, os homossexuais, prostitutas, presidiários, pessoas do meio artístico etc., estão coerentemente vinculados a um “grupo de risco”, por terem, em comum, maus hábitos comportamentais em relação à saúde, podendo levá-los a adquirir a AIDS. Porém, a doença não é contagiosa e evolui espontaneamente para a cura, com a simples inversão desses hábitos, afirma Duesberg. Segundo ele, existe uma indústria da AIDS que, além de impedir a divulgação da verdade, alimenta o terror pela doença com a intenção de ampliar a venda de seus produtos.

No domingo anterior ao evento, o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou uma reportagem sobre o Prof. Duesberg e sua teoria, na qual ficava clara a intenção de desacreditá-lo perante a opinião pública brasileira, o que, com certeza, deu resultado, considerando o ar de ceticismo que pairava sobre a platéia lotada do Minascentro enquanto o cientista expunha os argumentos de sua tese.

Outro fato curioso ocorrido durante o seminário foi a repentina mudança de opinião do Prof. da Faculdade de Medicina da USP, Ricardo Veronesi. No primeiro dia, ele defendeu ferrenhamente as idéias do Prof. Duesberg, citando a questão judicial entre EUA e França (os norte-americanos não queriam registrar os testes franceses), como uma evidência da existência da indústria da AIDS. Chegou também a acusar nominalmente Robert Gallo, descobridor do HIV, de ter montado um laboratório para lucrar com a venda de kits de teste. Já no segundo e último dia do seminário, o Prof. Veronesi praticamente chamou o Prof. Duesberg de louco. Disse que ele já estava "queimado" nos EUA e que, se não cedesse, ficaria desacreditado perante a comunidade científica brasileira.

Alemão radicado nos Estados Unidos, biólogo molecular da Universidade da Califórnia, o Prof. Peter Duesberg era considerado por seus colegas um dos maiores virologistas do mundo e foi eleito, em 1986, para uma seleta cadeira na Academia Nacional de Ciências americana. No ano seguinte, após tornar pública a sua tese, perdeu a dotação da verba de pesquisador emérito (da ordem de 500 mil dólares anuais) e colocou em risco sua reputação e carreira. Atualmente, passa metade do ano na Alemanha e, apesar de ter perdido o financiamento para suas pesquisas, conta com o apoio de mais de 600 cientistas de vários países (inclusive o de Kary Mullis, Prêmio Nobel de Química em 1993), que acreditam não existirem provas suficientes para atribuir a causa da AIDS a um vírus.

O Prof. Duesberg mantém as mesmas posições em relação à sua tese, desde o final dos anos 80 e possui hoje uma página na internet - www.duesberg.com. Em parceria com seu colega David Rasnick, publicou um artigo na revista Continuum, em 1997, onde ambos afirmam que as drogas anti-HIV, como o AZT, prejudicam a reprodução das células do sistema imunológico — o que explica o fato de pessoas com imunodeficiência não evoluírem para a cura espontânea e o de portadores do HIV, que também consomem esses medicamentos, desenvolverem a síndrome. Ou seja, para eles, os remédios anti-HIV representam “AIDS por prescrição médica”.

O livro "AIDS — Verdade e mito, histórias e fatos", do Dr. Jacyr Pasternak, mostra estudos que comprovam a veracidade da tese do Prof. Duesberg, de que a teoria do vírus é uma farsa inventada e mantida, até hoje, por cientistas ligados a laboratórios multinacionais. A história da AIDS, conforme o livro, começa em 1981, quando o Dr. Gottlieb, de Los Angeles, passou a observar um considerável número de ocorrências de pneumonia grave, fatais, aliadas a um câncer dos vasos sangüíneos que parecia atingir exclusivamente homossexuais masculinos e, em particular, uma subpopulação desse grupo, denominada fast lane. Os homossexuais desse grupo chegavam a ter de mil e quinhentos a dois mil parceiros por ano, o que representa, no mínimo, 4 a 5 relações sexuais por dia.

Considerando o desgaste das excessivas relações sexuais (ainda maior no caso homossexual), aliado aos hábitos deploráveis desse grupo em relação à saúde (vida noturna, má alimentação, uso de drogas injetáveis, álcool, cigarro etc.), pode-se deduzir a que lastimável estado de degradação física chegavam essas pessoas e o quanto estavam debilitados seus sistemas imunológicos. Muitos chegavam à fase terminal sem se absterem de seus hábitos.

Outro quadro de deficiência imunológica foi observado em indivíduos da população subnutrida da África e do Haiti. Casos de imunodeficiência, juntamente com a doença que a acompanhava, eram facilmente diagnosticados, por apresentarem sinais e sintomas típicos e, na maioria das vezes, mesmo na fase aguda, evoluíam para a cura espontânea, com ou sem qualquer tratamento.

Esses relatos fazem parecer óbvio que a síndrome de deficiência imunológica era causada por um desgaste excessivo do organismo, provocado por hábitos que degradam a saúde, ou um “problema comportamental”, termo usado pelo Prof. Duesberg. Todavia, como conta o Dr. Jacyr Pasternak: “naquele momento ninguém sabia muito bem qual a causa da moléstia” (isso é incrível!), então, continua ele, “o Center for Disease Control (órgão de vigilância epidemiológica americano) convoca seus pesquisadores e demais sumidades interessadas no assunto, tentando juntar as informações e coordenar as pesquisas”. Será que, dentre essas “demais sumidades interessadas no assunto”, estariam os laboratórios multinacionais? Haveria, para eles, algum interesse financeiro por uma doença que acabava se resolvendo sozinha, por meio, basicamente, de hábitos saudáveis, sem o uso de medicamentos? Vale a pena lembrar que a indústria química, graças principalmente ao ramo de produção de medicamentos, ocupa hoje o primeiro lugar em faturamento anual entre as demais indústrias do mundo. Mas, voltando à história, foi no fim de 1983 que, quase ao mesmo tempo, pesquisadores franceses e o grupo do Dr. Robert Gallo, dos Estados Unidos, “inventaram” o vírus da AIDS. Pouco depois, surgem os kits de testes, o AZT e outros medicamentos que dão início à indústria da AIDS.

São mais de 20 anos de controvérsias, que propiciaram a formação de uma fortuna incalculável e que causaram milhares de mortes.

Atualmente, pouco ou nada mudou. As controvérsias perduram e quase nenhuma informação verdadeira chega ao alcance da opinião pública mundial, que convive com o espectro da AIDS e acredita na tese dominante — uma mentira bilionária e assassina. Diante do impasse, profissionais inescrupulosos buscam justificativas paliativas que mantêm vivo o empreendimento. Apesar de existirem 4.000 casos registrados de AIDS sem a presença do vírus HIV, Avidan Neumann, cientista israelense, chama o Prof. Duesberg de anacrônico e diz que, hoje, quando o RNA (código genético) do vírus é encontrado no organismo, a doença está detectada, podendo iniciar-se o tratamento.

Em julho de 2000, o presidente da África do Sul, Thabo Mbeki, promoveu um debate, em Durban, sobre o HIV como causa da AIDS. O Prof. Duesberg foi convidado para discutir sua teoria com mais 30 cientistas e conseguiu convencer o promotor do evento, que acompanhou as explanações dos participantes. Com isso, o presidente sul-africano deixaria de comprar e economizaria dez mil dólares/pessoa/ano em medicamentos anti-HIV, que seriam fornecidos para as mulheres grávidas do seu país — para imaginar, rapidamente, a cifra total dessa economia. Três meses depois, foi realizada a 13ª Conferência Internacional sobre AIDS, na própria África do Sul, onde cerca de 5.000 cientistas de 80 países assinaram uma declaração reafirmando a tese de que a AIDS é causada por vírus. A pressão política foi grande e o governo sul-africano acabou permitindo que alguns hospitais passassem a oferecer drogas anti-AIDS para as gestantes.

A revista “Super Interessante” (dez/2000) publicou uma matéria sobre a polêmica causada pela tese do Prof. Duesberg na comunidade científica mundial. Porém, na realidade, a tese de que a AIDS não é causada por vírus raramente é comentada, o assunto parece ser proibido no meio jornalístico, tornando surpreendente até mesmo o fato de terem liberado a publicação dessa tímida reportagem na revista.

A indústria da AIDS movimenta mais de 2,5 bilhões de dólares por ano, só nos Estados Unidos. Por mais que se possa tentar reduzir o valor do cálculo do lucro desse mercado no plano mundial, ele poderá parecer absurdo. Seria mais fácil acreditar na exorbitância do valor da soma, se for considerado que a indústria da AIDS comercializa seus produtos, na maioria das vezes, diretamente com órgãos de governos. Em países como o Brasil e até mesmo em alguns do 1º mundo, onde a corrupção impera, é pouco provável que algum político queira apoiar uma tese científica que possa abalar esse lucrativo negócio, ou que sobreviva no cargo, caso tente. No exemplo citado, da África do Sul, membros do Ministério da Saúde e até Nelson Mandela pressionaram e conseguiram mudar a decisão do presidente Mbeki, de não comprar medicamentos anti-HIV. Talvez nem mesmo Fidel Castro, acostumado a combater forças poderosas e a lidar com todo tipo de represálias, estivesse disposto a enfrentar esse império bilionário.

Na comunidade científica, não é difícil avaliar como e até onde a indústria da AIDS exerce influência, tendo em vista os relatos históricos, o boicote ao Prof. Duesberg e a discriminação aos seus colegas, defensores da sua tese, rotulados de “rebeldes da AIDS”. Difícil é entender como, diante de tantas evidências de uma causa comportamental, pessoas com conhecimento sobre o assunto possam acreditar na contraditória teoria que diz ser a AIDS causada por vírus.

Qual é o grau de comprometimento dos cientistas com os laboratórios multinacionais? E das universidades? E dos médicos, do mundo inteiro? Onde está a ética? Falta coragem, como a que teve o Prof. Duesberg? Bem, diante de um poderio de centenas de bilhões de dólares, uma das boas respostas poderia ser a do virologista americano Dr. Robert Gallo, um dos “inventores” do HIV, quando questionado sobre a polêmica: “A teoria defendida pelo meu ex-colega Duesberg não vale a pena ser discutida”.

Recentemente, o Jornal Nacional, da rede Globo, veiculou uma reportagem (na verdade, um comercial), divulgando dados que apresentam a AIDS como a doença que, atualmente, mais causa a morte de mulheres no Brasil. A ganância dos empresários multinacionais, a corrupção política e da mídia não são novidade, mas quando índices mostram números, como o de 3 mil mulheres brasileiras mortas pela AIDS por ano, o problema ultrapassa o limite da indignação e se torna assombroso. Principalmente considerando-se que a maioria dessas mortes são causadas pelos medicamentos anti-HIV, que bloqueiam o sistema imunológico e que são prescritos pelos próprios médicos, sem necessidade. O fato de ser hemofílico, uma pequena baixa no sistema imunológico ou um teste positivo de HIV (não se deve esquecer quem fabrica os kits de teste) é o suficiente para a pessoa se transformar em um consumidor desses caríssimos medicamentos que proporcionarão a sua morte, convenientemente confirmando a fatalidade da doença.

Casos comoventes, como o do cantor Cazuza e de outras pessoas famosas no Brasil e no mundo, que involuntariamente foram convertidas em marketing publicitário pela indústria da AIDS, levam à reflexão sobre a triste realidade vivida, também, por milhares de ilustres desconhecidos, vítimas da crueldade capitalista. Mas, acima de tudo, evidenciam a incapacidade do homem de pensar por si próprio, afastado da razão e passivamente preso a uma rede de imposturas armadas pelos donos do poder mundial, que sempre, em todos os tempos, só se preocuparam com suas fortunas, impreterivelmente conquistadas às custas de vidas humanas.

24 comentários:

  1. A AIDS é causada pelo vírus HIV, pessoas que têm os mesmos hábitos que "deprimem" o sistema imune mas não estão infectadas com o HIV não desenvolvem AIDS. É possível isolar o vírus HIV de todas as pessoas com AIDS. Macacos infectados com SIV desenvolvem AIDS. Propagar idéias INFUNDADAS de que o HIV não causa a AIDS é contribuir para aumentar ainda mais o número de infectados e mortos pelo vírus. É IGNORÂNCIA DO PIOR TIPO.

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  2. A busca contínua pela melhoria do ser humano consite em debetes científicos como estes que você vem promovendo em seu site.

    Além do mais, todos sabemos que não são as respostas que nos fazem eveluir, mas sim as perguntas.

    Muito bom esse ambiente científico, Ebenézer.
    Parabéns!

    Abs.

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  3. Fiquei com um dúvida:
    A AIDS não é causada pelo HIV, ok...mas o fato de a pessoa contrair o HIV, causa o que?
    Ou este vírus não existe? O que ele provoca, afinal?

    Ótimi post :)

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  4. Certo....

    E os bebês que são infectados pouco tempo após o nascimento? Eles devem ter aprontado horrores dentro da barriga das mães, imagine... Festa todo dia, bebedeira, etc...
    (graças aos remédios e a INFORMAÇÂO [não essa bobeira que tem aqui] esses casos vem diminuindo)
    Sem contar os casos de pessoas que foram infectadas por transfussão contaminada!!! (Novamente, graças a pesquisas [de verdade, não bobeiras como essa que foi postada] esse tipo de ocorrencia zerou, pois testa-se o sangue EM PROCURA DO VIRUS antes de utiliza-lo).

    Sem comentários uma coisa dessas!!! Sou contra a censura, e acredito que a ciencia deve analisar todas as facetas de um fato pesquisado...
    Mas, quando isso poem em risco vidas de pessoas, como essa besteira citada, deveria ser proibido publicações citando tais idéias.
    Na Africa do Sul a AIDS se tornou endemica... e la é politica publica negar o HIV, como foi citado no seu texto...
    Coincidencia, creio eu, né...

    Cuidado com o que publica, amigo... Talvez alguem ingenuo como você leia esse texto, e passe a acreditar nisso... Você pode ser responsável por mais um caso de AIDS, um dia...

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  5. Pena que os comentários são moderados... Tenho duvidas se meu comentário será publicado, né...
    De qualquer forma, se quiser discutir o tema:

    esemann@gmail.com

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  6. Eu achava que fosse a unica no mundo a concordar com esse cientista , e olha ja me chamaram de louca por causa disso , muito bom seu post , muito legal sua coragem.

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  7. Ah claro!
    TODOS os médicos e TODOS pesquisadores que ja estudaram o virus estao nos bolsos das industrias farmaceuticas!!!
    menos é claro o doutor fulaninho ai!
    Propagar idéias INFUNDADAS É IGNORÂNCIA DO PIOR TIPO.
    Por isso que crianças que nascem com o virus hoje tem uma sobrevida de mais de vinte anos por causa destes medicamentos, enquanto as primeiras gerações tinham apenas alguns anos.

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  8. Ok, a quem acreditar nesta bobagem eu sugiro sexo sem camisinha... afinal, vcs não vão pegar nada não é? É lamentável...

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  9. Apesar de ser uma doença que ainda não tem cura, existe tratamento eficiente e que controla a doença. Pessoas portadoras do vírus HIV devem procurar ajuda psicologica tambem deviam investir mais em tratamento da cura .

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  10. "TODOS os médicos e TODOS pesquisadores que ja estudaram o virus estao nos bolsos das industrias farmaceuticas!!!".
    1) por que "todos"? Não ficou claro que a teoria de Duesberg tem lá seus partidários?
    2) se o cara abriu o bico e teve as verbas cortadas, quem você acha que vai repetir por aí o que ele anda dizendo???

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  11. De qualquer forma, cointunuo usando camisinha! Na dúvida, né?

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  12. Nós, cidadãos normais, não temos como saber com exatidão a veracidade de todas as pesquisas. Mas o fato é que AIDS não é causada só pelo HIV, pois trata-se de uma sindrome de imunodeficiência, existem outras formas de adquirir esse problema, mas não sei se são tão comuns. Desta forma, nos é mais seguro previnir com a boa e velha camisinha.

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  13. Se o Hiv não destroi o sistema imunologioco, porque quando se pega o Virus mesmo sem tomar o AZT as celular CD4 comaçam a diminuir e a carga viral aumentar.
    Porque o CD4 chega completamente a zero quando se pega o HIV

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  14. Estou com muitas dúvidas em relação a medicação que venho ingerindo,depois que comecei a tomar sinto um cheiro forte e venenoso no meu corpo,como se tivesse ingerindo veneno pra mosquito,nunca fui usuária de drogas,legais ou ilegais,tenho pavor de cigarro,perdí a virgindade com vinte e seis anos e sou heterossexual e era muito religiosa,sempre gostei de festa,mas pra dançar,até por que não sou o tipo preferido dos homens daqui.E agora meu médico vem dizer que estou infectada pelo vírus a mais de cinco anos se agora tenho trinta.Só posso ter pegado esse vírus através de beijo, o estranho que desde pequena tenho facilidade para ficar doente,vai ver me diagnosticaram assim por estar incomodando alguém.

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  15. A verdade é que ninguém nunca "viu" o vírus HIV. Os microscópios capazes de ver vírus ainda são experimentais, então declaram que uma pessoa tem HIV sem nunca terem visto este vírus, nem terem certeza se ele existe. Existe algumas doenças em uma lista, e caso a pessoa apresente 3 ou mais destas, fica decretado que ele tem AIDS.
    O dia que alguém me mostrar num microscópio o vírus HIV eu passo a acreditar nele.

    Camisinha é essencial, é claro, pois existem inúmeras doenças sexualmente transmissíveis que são foda, por exemplo o HPV que pode causar cancer de colo de útero.

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  16. hola! Eu realmente gostei deste blog

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  17. acredito nessa tese e se realmente for verdadera estamos perdidos,Pos capilismo jamais abrirá mão desse lucros bilinarios, pelo bem esta da humanidade,O mundo precisa de homens quer não si compra e não si vende.

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  18. Lembrem-se: o fato ocorreu em 1989, quando não se sabia praticamente nada sobre a patogênese da síndrome e muito pouco sobre o vírus per se. O problema é alguém 20 anos depois tentar reavivar essa ideia. É como ressuscitar a Grande Inquisição. No seu tempo, poderia parecer coerente; hoje, no entanto, é um absurdo. O método científico tem o questionamento como um dogma essencial, mas tudo deve ser racional. Na medicina, é importante acompanhar os avanços.

    "Câncer dos vasos sanguíneos que atinge homossexuais masculinos" ? Que diabos é isso? Quem redigiu isso sequer parece familiarizado com o conceito de neoplasia. Certamente não tinha o conhecimento que temos hoje sobre a oncogênese.

    Falar que o sistema imunológico sofre um DESGASTE é pseudociência. Eu não saberia dizer com precisão a partir de qual artigo científico preciso começou-se a dar crédito ao fato de que o retrovírus ataca os linfócitos CD4+, mas, atualmente, há centenas de artigos em inúmeros periódicos que corroboram isso. Não é uma teoria abstrata como era em 1989! Há trials em tudo quanto é espécie comprovando a ação do vírus!

    A explicação para esse fenômeno todo é simples: o Dr. não conseguiu acompanhar os avanços e acabou preso em um loop conspiratório do qual não consegue sair de jeito nenhum. Este senhor abandonou a ciência e abraçou o mito como sua verdade.

    Eu espero que o autor do artigo não seja um Biomédico, pois em 2009 não há mais desculpas para se propagar este tipo de informação! A ignorância do passado é justificativa, mas agora não dá mais pra brincar com isso! Dr. Duersberg sempre foi e sempre será um velho preconceituoso que não conseguiu enxergar além de um comportamento de risco e que desrespeita todo o conhecimento que a ciência tem lutado para adquirir. Quem tem problema com a indústria farmacêutica deveria abrir seu laboratório e tratar de ajudar a população carente que esta indústria negligencia!

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  19. Ademais, antes de usar as palavras do Dr. Gallo de forma depreciativa, tente compreender a situação dele. Gallo tem centenas de papers publicados acerca do assunto e seus seguidores somam milhares de artigos corroborando a teoria do vírus. O que o Dr. Duesberg tem? Ou você vai dizer que os papers dele não são publicados porque o império maçônico dos remédios não permite? Tenha dó!

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  20. Gostei do blog mas gostaria de perguntar ao dono do mesmo uma questão: Se hiv não causa a aids porque a taxa de cd4 cai quando se entra em contato com o virus? E porque pessoas que não possuem hábitos de risco, deprimentes,que levam a vida numa boa e não tomam anti-retrovirais não percebem um aumento na sua taxa de cd4 e desparecimento da carga viral durante os anos? Se isso tudo for mentira porque pessoas que tem hiv ha mais de 10 anos e não se comportam de tal forma continuam com o virus no corpo? Eu quero acreditar que tudo e uma farsa mas há questoes que impedem isso. Por favor de-me seu ponto de vista.

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  21. Sou casado tenho 36 anos, e descobri a 5 meses que sou portador do HIV, procurei uma infectologista e ja fiz todos meus exames por enquanto ainda nao preciso de medicação.
    Já que a proposta é refletir sobre as diversas teorias a cerca do assunto.
    Leiam algo sobre o Virus HIV, o que ele atinge, que não está restringido á homossexuais, nem a pobres, nem a ricos, nem a padres e sim sexo desprotegido ou seja sem camisinha.
    Ao menos exponha que esse site não tem cunho cientifico e que apresenta uma versão que pode ou não ser vdd. Quando se sabe que se tem uma doença cheia de estigmas como essa, acabamos acreditando nas maiores besteiras, sejam elas de onde forem. Achismo,não é certeza, não existe metodologia cientifica envolvida na comprovação, que um comportamento saudavel evita doenças, não precisa ser um médico para saber. O conteúdo é tendencioso, preconceituoso homofóbico, e calunioso. Pretendo encaminha-lo para ONG's a qual faço parte, e os orgãos competentes.
    É preciso que se combata sim o HIV, mas de maneira correta USANDO CAMISINHA SEMPRE.
    Minha vida não acabou pq tenho HIV, alias só tive a certeza que sou tão mortal quanto qualquer outro.

    Um abraço.

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  22. Fala Átila, vc é cientista né? Parabéns
    É totalmente anti-científico não considerar os cientistas dissidentes, inclusive prêmios nobel. O próprio Luc Montagnier, descubridor do suposto vírus, admite que uma pessoa com um bom sistema imune pode se curar da aids, indo contra todo o dogma criado em volta desse "super vírus". Para qualquer pessoa com senso crítico é fácil perceber que tem algo de podre no reino do HIV, se não fosse assim não haveria tantos cientistas, não apenas teorias de conspiração, colocando suas reputações (e dinheiro) em jogo, apoiando a tese de que a aids não é causada pelo HIV, um vírus que nunca foi isolado, a não ser pelo Átila. Os testes de HIV contém em sua bula a declaração de que "NÃO SÃO ESPECÍFICOS PARA HIV". Pq será? Como especificar um teste para um vírus virtual? O que os testes detectam são apenas anti-corpos não específicos, pois não tem como especificar anti-corpos de um vírus que nunca foi isolado. É claro que na dúvida é melhor prevenir levando uma vida, inclusive sexual, saudável, mas o importante é se manter crítico, e não ser mais um Átila (escravo).

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  23. muito bom parabéira idalina rojão,Rib.

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  24. Eu descobri há pouco tempo minha condição de soropositivo. Não tenho sintomas, nunca tive febre alguma!! Desconfio muito desses testes ELIZA e WESTERN BLOT, posto que um teste não pode detectar algo que nunca foi visto, o virus HIV. Acredito que o que causa a deficiência do sistema imunológico são os antiretrovirais! Vide pessoas que os usam contra o cancer, o estado que elas ficam!!!

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